A 3.ª edição do ciclo de música ECOS entre as SERRAS regressa com mais três concertos, entre 17 de outubro e 15 de novembro, e vai habitar a Capela da Misericórdia, a Igreja de Tropeço e a Biblioteca D. Domingos de Pinho Brandão, no Mosteiro de Arouca. Sob o mote Ouvir, Sentir – Ecoar, todo o público é convidado a viver a música de perto neste outono. A entrada é livre.
A programação reúne obras de diferentes épocas, de compositores como Bach, Schubert e Ravel, e cantares polifónicos tradicionais. Em três apresentações, três propostas musicais: do repertório para violino solo ao encontro entre a música barroca e o canto a vozes de tradição oral, culminando na cumplicidade de um trio de piano, violino e violoncelo.
Neste sábado, 17 de outubro, a voz singular do violino faz da Capela da Misericórdia casa. Às 16h30, a violinista Matilde Loureiro, diretora artística do ciclo de música, apresenta um programa dedicado à música para violino solo, com obras de Johann Sebastian Bach, George Enescu e Eugène Ysaÿe.
A 31 de outubro, às 21h00, o ciclo ruma à Igreja Paroquial de Tropeço, que acolhe um concerto com cantas de Arouca e música de Bach, reunindo as Cantadeiras de Adaúfe e as Cantadeiras de Tropeço, Jun Bouterey-Ishido, no órgão da igreja, e a violinista.
A temporada termina a 15 de novembro, às 16h00, na Biblioteca D. Domingos de Pinho Brandão, num programa dedicado à música de câmara, com obras de Leoš Janáček, Franz Schubert e Maurice Ravel. O concerto de encerramento volta a reunir o violoncelista francês Christophe Roy ao núcleo artístico, o pianista neozelandês Jun Bouterey-Ishido e a violinista Matilde Loureiro, cuja ligação afetiva a Arouca está na génese do ciclo.
O ECOS entre as SERRAS renova assim o convite a parar, ouvir e sentir a música. Três encontros, o mesmo desejo de fazer ecoar a música e criar laços com os lugares e com quem escuta.
Promovida pelo Círculo Cultura e Democracia, a terceira edição do ciclo de música conta com a parceria da Santa Casa da Misericórdia de Arouca, da Paróquia de Tropeço, da Real Irmandade da Rainha Santa Mafalda, do Mosteiro de Arouca e do Município de Arouca, e tem o apoio da CCDR NORTE, I. P., através do programa NORTE PONTUAL.